Um total de R$ 252 milhões de créditos de ICMS constituídos através de 277 autos.

Um total de R$ 252 milhões de créditos de ICMS constituídos através de 277 autos de lançamentos. Estes são os resultados que a Receita Estadual apurou durante o período de treinamento dos novos auditores fiscais nomeados no final do ano passado. A etapa de preparação se encerrou nesta quinta-feira (4), durante seminário de dois dias promovido em Porto Alegre para compartilhar o conhecimento sobre as melhores práticas de combate à sonegação.

Os 90 novos auditores fiscais passaram por um curso de formação que ocorreu simultaneamente em 13 delegacias regionais do interior. Para o subsecretário da Receita Estadual, Mario Luis Wunderlich dos Santos, os indicadores mostram a importância da nomeação de servidores para a instituição, visto o incremento significativo dos serviços prestados à sociedade gaúcha.

"O Rio Grande do Sul precisa de uma Receita Estadual forte, atuante e estruturada para superar a crise, pois somos agentes protagonistas na solução desse cenário. Quanto mais instrumentalizados estivermos, mais produtivos seremos para o Estado e para a sociedade", acrescentou Wunderlich.

Entretanto, os resultados poderiam ser ainda melhores. Apesar do recente reforço, a Receita Estadual segue com apenas 47% dos cargos das suas duas principais carreiras preenchidos (auditores fiscais e técnicos tributários), motivo pelo qual a instituição segue necessitando de novos concursos públicos.

Treinamento

Após período inicial de integração, conhecimentos gerais sobre a Secretaria da Fazenda e alta carga de embasamento teórico sobre atividades da Receita Estadual, os novos auditores fiscais assumiram seus postos nas delegacias do interior do estado. Assim, foi iniciada a parte fundamentalmente prática do curso de formação, focando em uma das principais atividades fim da instituição: o combate à sonegação (auditoria fiscal). O treinamento abrangeu todo o complexo processo de auditoria, desde a identificação de fraudes até a lavratura dos autos de lançamento.

Edison Moro Franchi, chefe da Divisão de Fiscalização e Cobrança da Receita Estadual, destaca que os resultados obtidos mostram o sucesso do treinamento. "Os números nos permitem constatar a relação custo-benefício extremamente favorável dos nossos profissionais, que devem ser vistos como investimento, nunca como despesa, para o Estado", salientou Franchi.

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