Em 31 de março, a Assembleia Legislativa do Paraná amanheceu repleta de trabalhadores.

Em 31 de março, a Assembleia Legislativa do Paraná amanheceu repleta de trabalhadores contrários à Reforma da Previdência – apresentada por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016.

Nessa data, foi realizada a audiência pública sobre a Reforma, com a presença dos senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Paulo Paim (PT-RS) e Gleisi Hoffmann (PT-PR). Representando a Pública – Central do Servidor, a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) e o SINDAFEP, esteve na mesa João Marcos de Souza, que é conselheiro fiscal da Fenafisco e vice-presidente da Pública para assuntos relacionados aos fiscos estaduais e distrital.

O senador Álvaro Dias (PV-PR) havia confirmado a presença, mas não compareceu à atividade. Entretanto, registrou para que fosse divulgada na audiência a sua posição contrária ao projeto de reforma da previdência apresentado pelo governo federal.

Audiência

A senadora Gleisi Hoffmann abriu a audiência afirmando que a Reforma da Previdência afeta todos os trabalhadores. Mas para as mulheres, os impactos serão ainda mais devastadores. “Eles [o governo federal e o Congresso Nacional] não conhecem a realidade deste país”, criticou a senadora.

O senador Paulo Paim também reprovou a Reforma da Previdência e defendeu a importância da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência que irá investigar as contas da Seguridade Social.

Em 21 de março, após conseguir 62 assinaturas de senadores, Paim apresentou o requerimento para instalação da CPI no Senado Federal para investigar o suposto rombo da Previdência Social.

Para ele, se for feito um trabalho sério, a Comissão poderá desmentir o rombo que o governo federal tem utilizado como justificativa para impor a Reforma.

“Os dados da previdência mostram o seguinte: o índice de número de meses que tu trabalha, em média, durante 12 meses não chega a 10 ao longo da carreira laboral. Então qual o cálculo que é preciso fazer para essa média? Pega tua carteira profissional e some 64.6. Você começou a trabalhar com 16? Vai se aposentar com 80”, analisou o senador.

“O parlamentar não é bobo. Eles sabem que o povo disse não a esta reforma. Ele precisa ter um olho no parlamento e outro na rua. Nós somos empregados do povo”, defendeu Paim.

Fonte: (SINDAFEP)

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